onde está 2008?
coisa estranha essa, fim e início tão próximos.
são milhões de expectativas. fogos de artifício, champagne, roupa nova, branco e vermelho, desejos, pular 7 ondas, comer lentilha, dinheiro, sucesso, saúde, amor!
até eu, que não acredito em muita coisa, no dia 31 de dezembro viro o otimismo em pessoa.
não sei se dá certo, se realmente faz diferença, mas eu gosto, gosto de não ser tão realista de vez em quando.
mas andei pensando e resolvi mudar. dessa vez vai ser diferente.
sem expectativas, sem sonhos, sem nada. nua e crua.
que venha 2008!
simplesmente, venha!
30 de dezembro de 2007
frustração
eles sentam suas bundas gordas no sofá e só falam bobagens, sempre as mesmas.
sempre foi assim, ficar muito tempo em casa nunca me fez bem.
é frustrante descobrir que ninguém tem nada a ver contigo.
eles não conseguem entender uma pessoa que não tenha o mesmo gosto que eles, que não pense as mesmas coisas.
eu falo, não abano mais o rabinho. se eu não concordo, eu falo, me defendo.
e pareço louca, se eu não penso como eles, sou louca.
no fundo, eu sou tri normal.
apenas, um pouco, incompreendida.
sempre foi assim, ficar muito tempo em casa nunca me fez bem.
é frustrante descobrir que ninguém tem nada a ver contigo.
eles não conseguem entender uma pessoa que não tenha o mesmo gosto que eles, que não pense as mesmas coisas.
eu falo, não abano mais o rabinho. se eu não concordo, eu falo, me defendo.
e pareço louca, se eu não penso como eles, sou louca.
no fundo, eu sou tri normal.
apenas, um pouco, incompreendida.
24 de dezembro de 2007
obituário
morreu. sem uma palavra, sem um gesto, sem um olhar
morreu. como num filme quando chega no final
morreu. sem se despedir, sem se preocupar
morreu. simplesmente se foi
e morreu.
talvez nunca tenha existido, talvez eu a tenha matado.
mas morreu.
morreu. como num filme quando chega no final
morreu. sem se despedir, sem se preocupar
morreu. simplesmente se foi
e morreu.
talvez nunca tenha existido, talvez eu a tenha matado.
mas morreu.
21 de dezembro de 2007
19 de dezembro de 2007
faxina inútil
arrumei meu quarto, mas continua uma bagunça. porém, uma bagunça que me agrada. e quando eu pensei que tudo estava bem. nada estava.
de que adianta tirar o pó e colocar as coisas velhas no lixo? elas sempre voltam.
de que adianta tirar o pó e colocar as coisas velhas no lixo? elas sempre voltam.
16 de dezembro de 2007
10 de dezembro de 2007
sinto que agora me conheço um pouco melhor. não é como se tudo estivesse esclarecido nem como se fogos de artifício fossem explodir no céu. não é simples, mas é bom. é bom poder assumir pra mim mesma o que me agrada, sem vergonha do que eu possa pensar, sem vergonha de mim. eu não me engano mais e me sinto tão mais leve por causa disso.
7 de dezembro de 2007
Maria Bethânia
"Maria Bethânia, please send me a letter
I wish to know things are getting better
better, better, Beta, Beta, Bethânia
please send me a letter
I wish to know things are getting better..."
ela não sai da minha cabeça...
:)
I wish to know things are getting better
better, better, Beta, Beta, Bethânia
please send me a letter
I wish to know things are getting better..."
ela não sai da minha cabeça...
dezembro, o melhor mês e o mais estranho.
finalmente vou fazer aniversário, mas eu não tô feliz, é como se eu sempre esperasse alguma coisa e quando ela chega não é legal sabe? como se o bom mesmo fosse esperar, simplesmente esperar. sei lá, na real tô feliz sim, muito. acho que pensar essas coisas faz parte do momento, meu inferno astral acaba dia 14. eu espero.
finalmente vou fazer aniversário, mas eu não tô feliz, é como se eu sempre esperasse alguma coisa e quando ela chega não é legal sabe? como se o bom mesmo fosse esperar, simplesmente esperar. sei lá, na real tô feliz sim, muito. acho que pensar essas coisas faz parte do momento, meu inferno astral acaba dia 14. eu espero.
:)
2 de dezembro de 2007
Marley e eu
Lealdade, coragem, devoção, simplicidade, alegria. E também as coisas que não tinham importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não.
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